Mas o mundo pertence aos loucos.
E depois há os malucos...que se julgam normais enquanto julgam os loucos.
E depois há essa gente sabia cheia de duvidas
Rodiada de tanta gente burra repleta de certezas.
E ha gente como eu...loucos; e donos do Mundo.
Aqueles que não sabiam que era impossivel; que nao leram os estudos dos mestres e sabios que explicavam de dez mil maneiras porque algo era impossivel fazer...e fizemos
Aqueles que bateram records sem olhar no relogio
Aqueles que descobriram mil maneiras de nao fazer algo antes de se esbarrar com a certa...
E tomaram conta do Mundo
E há os outros...o resto. Que vive manipulado; formatado qual maquina; incapaz de pensar ou por algo em causa; mas sempre dono de toda a razão...os que repudiam a minha loucura e aqueles como eu.
E eu; assobio! Danço a chuva e sou criticado por aqueles que não ouvem a musica. E eu; canto sem saber a letra; para uma musica que afinal era so instrumental. E eu...sorrio; e sei que vale apena ser louco
terça-feira, 3 de abril de 2018
quinta-feira, 29 de março de 2018
Paz
Quantas vezes tiveste realmente coragem?
Se calhar contam-se pelos dedos
Esquece o destino, aproveita a viagem
Não te deixes controlar por medos
Guarda segredos, guarda memórias
Espalha sorrisos inopinados
Não andes só a pensar em glórias
Para de procurar momentos mais apropriados
O melhor dia para começar já passou
O segundo é hoje
Esquece quem te magoou
Dá valor a quem te faz sorrir
Não é a vida que é dura
Tu que te deixas ser mole
Deixa de esperar pelo Sol
Sai e dança na chuva
O vinho vem da uva
Mas ela antes foi esmagada
Fermentada e arrecadada no escuro
Sei que parece duro
Mas a vida não é o que te acontece
É a forma como consegues reagir
O que não te faz falta, larga e esquece
Sai á rua, faz sorrir gente á toa
Faz bem a alguém, só naquela
Abre os olhos, a vida é boa
Com tanta porta aberta
Deixa de ficar a olhar pela janela
Não há oportunidade certa
Há mentalidade certa,, e há oportunidades
E á medo, e mitos nas cidades
E há quem chame louco a quem dança
Só porque não ouve a musica tocar
Há quem faça,
Há quem caia
E todos os outros ficam com medo de tentar
Mata a saudade de fome
Asfixia o medo que te vem matando
Faz com quem saibam o teu nome
Os outros assobiam-te, tu vai cantando
Eles criticam e apontam o dedo
Não tenhas medo
Não ouvi o que eles diziam
Na minha cabeça só ouvia "olha o gajo que vai partir tudo"
Olha o gajo que vai mudar o Mundo
Fiz coisas porque sonhei
Fiz coisas porque disseram que não era capaz
Também cai, também errei
Não posso desistir, se não,não durmo em paz
Há mentalidade certa,, e há oportunidades
E á medo, e mitos nas cidades
E há quem chame louco a quem dança
Só porque não ouve a musica tocar
Há quem faça,
Há quem caia
E todos os outros ficam com medo de tentar
Mata a saudade de fome
Asfixia o medo que te vem matando
Faz com quem saibam o teu nome
Os outros assobiam-te, tu vai cantando
Eles criticam e apontam o dedo
Não tenhas medo
Não ouvi o que eles diziam
Na minha cabeça só ouvia "olha o gajo que vai partir tudo"
Olha o gajo que vai mudar o Mundo
Fiz coisas porque sonhei
Fiz coisas porque disseram que não era capaz
Também cai, também errei
Não posso desistir, se não,não durmo em paz
domingo, 25 de março de 2018
Vive
Sou trapalhão
Falo do coração
E falo duas vezes antes de pensar
Isqueiro aceso, sigo pela escuridão
Não sei se não temo nada
Porque me esqueci que tenho medo
Ou porque sou destemido
Escolhi a rua menos pisada
Não sei quanto tempo me resta
Então decidi viver
Cada dia é uma festa
A vida faz-se de dura
Eu olho-a nos olhos e sorrio
Talvez bravo, talvez loucura
Sento-me assobiando á'beira rio
Coração cheio, não há lugar para sentimento vazio
O relógio não para
Tic Tac, um dois
Então faço agora
Não deixo nada para depois
Não há tempo a perder
Se soubesses quantos dias
Te restavam no calendário
Se não tivesses tanto medo
Se não te acobardasses, se não fosses otário
Se olhasses mais por ti, pelos teus
Se trabalhasses nos teus sonhos
Em vez de trabalhares nos do teu patrão
Se ouvisses menos os teus medos
E mais o teu coração
Se desses atenção á natureza
Aproveitasses a beleza que te rodeia
Por do sol, lua cheia
Mantem a firmeza
Aquela coragem e vontade de criança
Mas és adulto, mais firmeza e confiança
Aproveita o momento
Faz com que o amanhã valha apena
O Mundo muda quando tens a coragem de mudar
Acalma a tempestade que tens ai dentro
Só vives uma vez
Começa a aproveitar
Falo do coração
E falo duas vezes antes de pensar
Isqueiro aceso, sigo pela escuridão
Não sei se não temo nada
Porque me esqueci que tenho medo
Ou porque sou destemido
Escolhi a rua menos pisada
Não sei quanto tempo me resta
Então decidi viver
Cada dia é uma festa
A vida faz-se de dura
Eu olho-a nos olhos e sorrio
Talvez bravo, talvez loucura
Sento-me assobiando á'beira rio
Coração cheio, não há lugar para sentimento vazio
O relógio não para
Tic Tac, um dois
Então faço agora
Não deixo nada para depois
Não há tempo a perder
Se soubesses quantos dias
Te restavam no calendário
Se não tivesses tanto medo
Se não te acobardasses, se não fosses otário
Se olhasses mais por ti, pelos teus
Se trabalhasses nos teus sonhos
Em vez de trabalhares nos do teu patrão
Se ouvisses menos os teus medos
E mais o teu coração
Se desses atenção á natureza
Aproveitasses a beleza que te rodeia
Por do sol, lua cheia
Mantem a firmeza
Aquela coragem e vontade de criança
Mas és adulto, mais firmeza e confiança
Aproveita o momento
Faz com que o amanhã valha apena
O Mundo muda quando tens a coragem de mudar
Acalma a tempestade que tens ai dentro
Só vives uma vez
Começa a aproveitar
sexta-feira, 23 de março de 2018
Vozes
Ora pois...
As vozes na minha cabeça sussurram que estou a ficar louco
Eu ignoro-as, acalmo-as com vodka e bagaço
Enquanto tento apagar as luzes desse mundo em chamas
Só para que consiga respirar um pouco.
Fecho as janelas pois chove, esqueço-me que não tenho telhado, E procuro sair, procurando um sentido no meio de tudo isto que não faz sentido. Acaba o bagaço, deixo de ter com que acalmar as vozes e dou por mim a prestar atenção a elas, são mais interessantes que aquilo que me rodeia, elas dizem que conseguem manter preso o monstro dentro de mim, e eu fico desconfiado. Se ele fica preso, o que é que ele come? Sinto que me come por dentro até não sobrar nada a não ser ele...e quisá as vozes.
Entre acessos de raiva e momentos de total letargia, tento me encontrar, mas não sei onde me perdi
O meu olhar vaga, ora vazio e negro, ora raiado de vermelho
Pedem que os siga, que faça o que essa gente diga
Mas as vozes chamam-me a atenção e fazem com que mantenha a lucidez
"Não sei por onde vou, não sei para onde vou...
Sei, que não vou por ai"
R. Wild
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Tempo
Hoje decidi dormir cedo
Deitei, mas não consigo adormecer
Deitei, mas não consigo adormecer
Dou comigo a pensar
Perdido, esquecido e reticente
Pensando quem raio és tu
Dizem que tudo curas, nunca te vejo presente
Não és vento, mas tudo levas
Todos esperam que passes
E se passam quando não esperas
Todas as palavras, as mais porcas e as mais sinceras
São te dedicadas
Te ofendem, depois rezam por ti
Perdido, esquecido e reticente
Pensando quem raio és tu
Dizem que tudo curas, nunca te vejo presente
Não és vento, mas tudo levas
Todos esperam que passes
E se passam quando não esperas
Todas as palavras, as mais porcas e as mais sinceras
São te dedicadas
Te ofendem, depois rezam por ti
Mas quem és tu?
Com o teu passar a pedra passa a areia
Usam essa areia para te contar
E hoje, minha alma cheia dum sentimento vazio
Pergunta porque raio não te posso controlar
Com o teu passar a pedra passa a areia
Usam essa areia para te contar
E hoje, minha alma cheia dum sentimento vazio
Pergunta porque raio não te posso controlar
Sentado a beira rio, sou só mais um
Que não te aproveito, te desperdisso
Passas, sem eu dar por isso
E depois peço só um pouco mais de ti
Que não te aproveito, te desperdisso
Passas, sem eu dar por isso
E depois peço só um pouco mais de ti
Para uma palavra, um abraço,
De quem hoje já não está aqui
No relógio não ocupas espaço
Mas as vezes fazes falta
Quando não temos mais de ti
Para estar com aqueles que fazem falta
De quem hoje já não está aqui
No relógio não ocupas espaço
Mas as vezes fazes falta
Quando não temos mais de ti
Para estar com aqueles que fazem falta
Mas afinal o que és...
Como posso eu te prender?
Tento te agarrar
Vazas pelos meus dedos
Não consigo te entender, as vezes me levas a enlouquecer
Outras não te tenho...
Enfrento os meus medos, tenho de os enfrentar
Como posso eu te prender?
Tento te agarrar
Vazas pelos meus dedos
Não consigo te entender, as vezes me levas a enlouquecer
Outras não te tenho...
Enfrento os meus medos, tenho de os enfrentar
Hoje deu-me para beber
Para escrever
Falar com quem não pode ouvir...
Fingir que está tudo bem
Para conversar contigo,
Que nunca ouves ninguem
Que sempre foste falso amigo
Para escrever
Falar com quem não pode ouvir...
Fingir que está tudo bem
Para conversar contigo,
Que nunca ouves ninguem
Que sempre foste falso amigo
Tantos deixam tudo para depois
"Amanhã é que vai ser"
Mas tu não respeitas planos, nem futuros, nada a dois ou a futuro ou a porra nenhuma
Tantos tolos pensam que te têm, quando ninguém te pode ter
Nem ver nem medir
"Amanhã é que vai ser"
Mas tu não respeitas planos, nem futuros, nada a dois ou a futuro ou a porra nenhuma
Tantos tolos pensam que te têm, quando ninguém te pode ter
Nem ver nem medir
Tempo, o que raio és tu?
Hoje só queria um pouco mais de ti
Junto de quem levas-te a vida, cedo de mais...
Tu que és mais louco que eu
Mais negro que o céu nesta noite...
Tu que todos querem
Que todos ofendem...
Hoje só queria um pouco mais de ti
Junto de quem levas-te a vida, cedo de mais...
Tu que és mais louco que eu
Mais negro que o céu nesta noite...
Tu que todos querem
Que todos ofendem...
Tempo...
E eu
E eu...
Que tanto sei, que tanto sou
Que sei que nada sou sem vôs...
Louco e sem voz
Pois apenas há liberdade
Se vos seguro presas em meus braços
Sem isso, invade o peito
Essa saudade, fico sem jeito
Sem vontade para nada
Não vos largo por nada
Embora tantas vezes tenha de me afastar
Por dias e semanas
Por quilómetros sem fim
Mas mesmo a meio mundo longe
Sois tudo para mim
Meu certo, mesmo se errado
Meu perto, mesmo se afastado
Eu, que tudo sei
Só sei que não sou nada sem ti
E eu, que tudo tenho
Não tenho nada sem te ter em meus braços
Sem teus abraços, sou surdo se não te posso ouvir
Para quê a minha boca
Se não te posso beijar, e não planeio sorrir
E eu...que parece que nasci soldado
Não sou de ferro, meu partido não pode ser soldado
Mas a chuva me deixa enferrujado
Quando não estas para me cuidar
Camões diz que amor é fogo que arde sem se ver
Mas ele só tinha um olho...não viu bem
Pois vê-se e sente-se
Vejo-o quando me vejo refletido no brilho do teu olhar
Quando te vejo, de alma despida na minha cama
Até se ouve, no som do silêncio de quem se ama
E eu, que não sou sequer eu sem ti
Que não sei nem sinto
Se sei que não te sinto
E eu
Que tanto sei, que tanto sou
Que sei que nada sou sem vôs...
Louco e sem voz
Pois apenas há liberdade
Se vos seguro presas em meus braços
Sem isso, invade o peito
Essa saudade, fico sem jeito
Sem vontade para nada
Não vos largo por nada
Embora tantas vezes tenha de me afastar
Por dias e semanas
Por quilómetros sem fim
Mas mesmo a meio mundo longe
Sois tudo para mim
Meu certo, mesmo se errado
Meu perto, mesmo se afastado
Eu, que tudo sei
Só sei que não sou nada sem ti
E eu, que tudo tenho
Não tenho nada sem te ter em meus braços
Sem teus abraços, sou surdo se não te posso ouvir
Para quê a minha boca
Se não te posso beijar, e não planeio sorrir
E eu...que parece que nasci soldado
Não sou de ferro, meu partido não pode ser soldado
Mas a chuva me deixa enferrujado
Quando não estas para me cuidar
Camões diz que amor é fogo que arde sem se ver
Mas ele só tinha um olho...não viu bem
Pois vê-se e sente-se
Vejo-o quando me vejo refletido no brilho do teu olhar
Quando te vejo, de alma despida na minha cama
Até se ouve, no som do silêncio de quem se ama
E eu, que não sou sequer eu sem ti
Que não sei nem sinto
Se sei que não te sinto
E eu
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Mártir Esperança
Mártir esperança, que esperas com a inocência dos olhos de uma criança, esperando alterar a realidade que se mostra inevitável, procurando ...
-
Perco-me do brilho de teus olhos Como se duas estrelas estive-se a olhar A noite envolve-me na escuridão E eu teus cabelos negros a acaricia...
-
O sangue corre por minha cara Enquanto choro gotas de solidão Lagrimas de sangue Pois é assim que chora meu coração Eras um sonho na minha r...